Mas se nem toda a luz brilha...

...então qual a condição para a felicidade?
Absorvemos imagens de uma felicidade celestial da qual nada podemos exprimentar, mas tudo podemos imaginar. É essa liberdade de pensamento que nos condiciona a imagens pré-fabricadas de um paraíso que só se atinge com o mais cruel dos sacrifícios. No entanto, o nosso egoísmo não nos permite atingir o conforto da felicidade do outro, mas sim a angustia da sua falta.
Será esta a crueldade da luz que reflete a dor e nos consome num pensamento só.