O presente só existe no futuro

Nunca nada assume a importância devida no presente. Não por capricho de não se querer reconhecer e prestar louvor, mas porque de facto não se conhece a verdadeira dimensão das acções senão após a repercursão do acto. Não é um acto em si que assume qualquer importância, são sim as acções decorrentes deste que lhe podem provocar o ênfase que isoladamente jamais o teria. Assim sendo, as homenagens não são póstumas, pois as acções transcendem o homem e só assim se repercutem na essência e não na existência.